Os sonhos da vida são pedaços da alma
Desprendidos dos olhos a bailar no infinito
Onde buscamos em nossa vã insanidade
Agarrá-los de mãos fechadas e punhos cerrados
Abram vossas mãos senhores não tenhais medo
Não há nada dentro dela apenas suor e sal
Agora contemplando o nada fitai o azul do céu
E cuidadosamente feche vossas mãos bem devagar
Pronto. Vossos sonhos estão presos nelas
...
...
Cuidado! Não aperte! Esqueci de avisá-los que
Os sonhos são frágeis e muito escorregadios
Marinho Oliveira
17/102010
17/102010